Festival Vozes de Magaio: 1 – 3 Out
mércores, 28 de setembro do 2011, por Isaac Cordal.

Festival Vozes de Magaio
1 a 3 Outubro 2011
São Pedro do Sul

www.binauralmedia.org


A Binaural / Nodar e Associação Aldeias de Magaio apresentam o Festival Vozes de Magaio – Abrigar e Transumar a Tradição Oral, que decorrerá entre 1 a 3 Outubro 2011 nas Freguesias de Candal e Manhouce (concelho de S. Pedro do Sul, distrito de Viseu)

1.Introdução

A voz é o principal instrumento da comunicação humana. A voz desenha e transmite conteúdos, cria relações entre sujeitos e pressupõe escuta e participação. A voz (a nossa e a dos outros) leva-nos para fora, liberta-nos do peso insuportável da repetição à qual de outra forma seriamos confinados. A voz é som, é símbolo de uma interioridade de outro modo inexprimível. A voz prepara o sentido do lugar onde a palavra se dirá.

Na região rural Portuguesa do maciço da Gralheira (Concelho de S. Pedro do Sul), composta por comunidades de montanha em que agricultura e pastoríciade subsistência eram as actividades dominantes, locais onde a electricidade e consequentemente a televisão chegaram há apenas cerca de 30 anos, todo o conhecimento e comunicação tinha como meio a voz humana. Esse facto por si só é suficiente para conferir uma riqueza densa a todo o discurso oral… aidiossincrasia, o desconcertante, o subliminar, os sotaques, aspectos que vão sendo cada vez mais estandardizados. Estas aldeias rurais do concelho de S. Pedro do Sul, integradas desde há pouco tempo numa rede de aldeias – “Aldeias de Magaio”, ainda hoje mantêm traços dessa oralidade que se manifesta em todos os aspectos da vida prática, mental e espiritual.

O Festival Vozes de Magaio propõe colocar em diálogo todas as formas de património oral rural e formas artísticas contemporâneas centradas na voz, que trabalhem aspectos como a origem, o significado, as relações do sagrado (reconduzido ao seu significado ancestral de mistério e símbolo), a voz como elemento na base de rituais, costumes e superstições, capaz de encantar o ouvinte e de trazer mudanças profundas no real, nas comunidades e no território, a voz como protagonista de memórias, mitos, arquétipos, sabedoria popular transmitida ao longo dos séculos, ou ainda a voz quotidiana, ferramenta de trabalho e vida.
O festival desenrola-se em três períodos distintos ao longo do ano de 2011, Maio, Julho e Outubro, tendo a presença de dezenas de artistas internacionais e locais e proporciona um vasto programa de actividades dirigidas a públicos variados: performances, instalações sonoras, actividades ambientais, conferências, actividades de descoberta do património oral e musical local, bailes tradicionais, gastronomia, etc.

2. Apresentações de Criações Artísticas Artísticas Magaio Voicescapes

O principal núcleo do programa do festival consistirá na apresentação ao vivo de cinco projectos artísticos sonoros/vocais desenvolvidos ao longo do mês de Setembro numa residência artística colectiva organizada pela Binaural/Nodar e acolhida no Retiro da Fraguinha pela Pés na Terra e que conta com a presença de sete artistas oriundos de Portugal, México, Brasil, Bélgica, Holanda, Israel e Inglaterra.

Esta residência artística coloca em contacto directo e profundo artistas de renome internacional com paisagens e comunidades muitas vezes esquecidas comoCandal, Póvoa das Leiras, Coelheira (todas na freguesia de Candal) e Manhouce, Gestosinho, Gamoal, Vilarinho, Muro, Malfeitoso, Salgueiro, Sequeiro(todas na Freguesia de Manhouce).

Descrevem-se de seguida os projectos artísticos e biografias dos artistas residentes:

Patrícia Azevedo (Brasil) e Clare Charnley (Inglaterra)
Projecto Gestosinho

A proposta das artistas é gerar interacções com as pessoas da zona de Manhouce, seu espaço geográfico e social, sua identidade e memória a fim de realizar um poema sonoro, usando pastilhas de áudio vermelhas, como as que se encontram nos brinquedos falantes. Equacionando a força da cultura oral e o facto do mundo rural ainda manter uma relação particular com a paisagem e seus usos, as artistas pensam tecer uma malha poética de realidades materiais e imateriais superpostas. O processo consiste em caminhar gravando nas pastilhas de áudio figuras sonoras encontradas em paisagens e cenas do quotidiano e, posteriormente, convidar as pessoas a escutá-las e a criar uma tradução livre do som para a voz, uma onomatopéia ou figura de linguagem, usando a própria voz, a ser gravada em outra pastilha.
Clare Charnley (UK) e Patrícia Azevedo (BR) trabalham em parceria desde 2007. Usam diferentes mídias – fotografia, áudio, vídeo, performances – para desenvolver projetos que equacionam observações sobre linguagem, território e relações de poder. Localizam os próprios trabalhos não somente nos artefatos | imagens que realizam mas nas relações que se estabelecem entre as pessoas e no acto comunicativo em si. Pelo trabalho em conjunto receberam prémios dos programas Visiting Arts e British Council e foram finalistas do Prémio Northern Art Prize 2009. Foram também, em 2010, comissionadas para desenvolver trabalhos na galeria Bluecoat, Liverpool; Besfast Exposed, Belfast; PSL Gallery, Leeds; Crunchtime, York. Além disso, Patricia Azevedo é professora de Artes Visuais na Universidade Federal de Minas Gerais, Brasil e Clare Charnley professora de Belas Artes da Universidade de Leeds Metropolitan.

Rogério Nuno Costa (Portugal)
Vou à tua Mesa [do sensual absoluto e outras estéticas tecno-emocionais]

O projecto “Vou à tua Mesa” nasce no contexto da trilogia “Vou A Tua Casa” (2003/2006), uma performance teatral que acontecia nas casas dos espectadores, em espaços públicos à escolha do espectador e na casa do próprio criador. Foi durante o decurso da terceira fase do projecto “Vou A Tua Casa” (genericamente sub-intitulado “LADO C”, 2006), que o projecto “Vou À Tua Mesa” começou a dar os primeiros passos. A performance consistia na criação de um contexto relacional e conferencial que acontecia à mesa de uma refeição confeccionada pelo artista, simultaneamente anfitrião, orador, cozinheiro, mestre de cerimónias e moderador de uma reunião de trabalho ficcionada. A comida é, neste contexto, não só uma poderosa metáfora denunciadora dos conceitos de intimidade e de proximidade (caros a toda a trilogia), mas também o pretexto mais-que-perfeito para a concretização de uma ideia de performance teatral como “encontro”, utilizando o elemento específico da comida como dispositivo de revelação sensorial/sensitivo e como macro-conceito ao mesmo tempo performativo, ritualístico, visual e relacional.

Vive e trabalha em Lisboa, como artista, investigador e professor. É licenciado em Comunicação Social. Frequenta o Mestrado em Cultura Contemporânea e Novas Tecnologias. Trabalhou com o Teatro Praga, Sónia Baptista, Lúcia Sigalho, Alain Béhar, Rosa Coutinho Cabral, Nelson Guerreiro, Teresa Prima, entre outros. Colaborou ainda com várias companhias e estruturas, tais como: Alkantara, CCB, Centro em Movimento, Chão de Oliva, Festival Sonda, Quarta Parede, Transforma AC, APAP, [msdm], Buda Arts Centre, Dance Kiosk e Tanz Fabrik. Como criador, destaca os trabalhos: “Vou A Tua Casa — trilogia” (2003/2006), “Saudades Do Tempo Em Que Se Dizia Texto” (2003), “ACTOR” (2004), “Projecto de Documentação” (2006/2007) e “A Oportunidade do Espectador” (2007/2008). Actualmente, dedica-se à carreira de cozinheiro com o projecto “Vou à tua Mesa”.

http://www.rogerionunocosta.com

Josef Sprinzak (Israel)
Bedtime Stories & Lullabies

Uma série de performances íntimas em casas de famílias nas aldeias da região da Gralheira, na frente das crianças e dos pais. Como um performer e artista sonoro vocal, Josef Sprinzak irá a lugares de dormir privados, assumindo um papel entre o músico-poeta / contador de histórias e o “estranho” que executa peças vocais e acções rituais baseadas em línguas estrangeiras – principalmente hebraico, línguas irreconhecíveis e talvez um pouco de Inglês. A performance num quarto de dormir é um formato que explora a voz num contexto situado entre o funcional e o artístico, entre o reconhecido e o estranho. As sessões terão um carácter interactivo que irá exceder o padrão das relações teatrais performer / público, transformando-se em “eventos”, no sentido da tradição de performance art visual. Os eventos em quartos de dormir serão levados a cabo através do uso de objectos, fontes sonoras portáteis, actos vocais e troca de funções entre os participantes e o performer.

Josef Sprinzak é um artista performático e sonoro que vive e trabalha em Tel Aviv. A sua formação profissional inclui ciências da computação, teatro visual e trabalho vocal. Está entre os primeiros artistas de poesia textual / sonora em Israel e o seu trabalho consiste em notações precisas de linguagem, discurso gravado, vocalizações, gestos corporais, movimentos e relações espaciais, lidando com identidade privada e colectiva, as relações entre língua e história, consciência e memória.

http://www.myspace.com/josefsprinzak

Carmina Escobar (México)

Carmina Escobar propõe o desenvolvimento e realização de um concerto-performance, na busca da integração de diversos elementos, objectos sonoros e experiências, nas quais o espaço propõe a sua própria fala estética, o seu cunhado, principalmente sobre o envolvimento de uma narrativa pessoal e corporal e de uma linguagem sonora no âmbito da criação de um espaço cénico em que o ritual da performance em si é conduzido e ligado pela voz, seja na sua forma crua ou processada eletronicamente. O concerto – performance será desenvolvido, assim como uma instalação sonora, tendo como principal principal tarefa a ligação à comunidade como parte activa dos processos criativos que terão lugar no âmbito desta residência.

Carmina Escobar é uma cantora e artista multimédia oriunda da Cidade do México que tem colaborado em diferentes projectos, nos quais explora uma diversidade de linguagens sonoras, como a música medieval, ópera, música contemporânea, música folclórica, música eletrónica e tendências experimentais envolvendo colaborações interdisciplinares e multimédia. Como solista tem realizado concertos de repertório contemporâneo para voz solo, estreado de jovens compositores e realizado performances das suas próprias composições. Ela detém um mestrado em Performance Vocal pelo Instituto de Artes da Califórnia, focado em técnicas vocais estendidas, improvisação e performance interdisciplinar e multimédia.

http://www.carminaescobar.com

Toine Horvers (Holanda) e Myriam Van Imschot (Bélgica)
Walking, singing, talking the landscape

Ambos os artistas compartilham um interesse no som, linguagem e voz, no ponto de intersecção onde as pessoas e lugares se encontram. Para o programa de Residências Artísticas de Nodar eles gostariam de se envolver num mapeamento experimental da rede das “Aldeias de Magaio”, focado na interligação entre as aldeias da região e os respectivos arredores. As aldeias rurais são muitas vezes consideradas como sendo isoladas. No entanto funcionam numa rede complexa de movimentos, passagens, tráfego de desejos e de conhecimento, envolvendo seres humanos, animais, fauna e flora.

Toine e Myriam irão experimentar o movimento e as conexões das estradas com os caminhos alternativos ou secundários, abraçando os encontros acidentais no seu caminho. Isto levará a um trabalho sonoro e verbal, que pode envolver gravações sonoras, desenho, lidando com a elasticidade da distância e do tempo, a alternância de chegadas, partidas, transições, destinos, perdas, etc, numa paisagem em perpétuo movimento quando é atravessada.

Toine Horvers, um artista visual que trabalha com a linguagem e texto, através de formas visuais, audíveis e performativas. Toine confere à linguagem uma forma ritual, para criar esculturas temporárias a partir da linguagem, um gesto no espaço e no tempo. Apresenta as descrições de suas observações de situações e processos do mundo à sua volta, em diferentes media: performance (a solo ou em grupo), livros escritos à mão, instalações sonoras ou exibição de texto electrónico. A voz desempenha um papel essencial nas suas performances, o solo é o instrumento que determina o seu lugar no espaço. Em projetos e performances mais expandidos, a voz é o meio através do qual pessoas e lugares podem ser conectados, às vezes num único espaço, às vezes através de longas distâncias.

http://www.toinehorvers.nl/

Myriam Van Imschoot (1969) iniciu a sua prática artística e performativa com palestras na forma de performances. Originalmente uma escritora, tem sido influenciada por artistas como Vito Acconci, o qual como poeta trocou a página por outros media. Nesse sentido, a artista olha para as passagens “escorregadias”, onde desliza em direcção a outros campos de expressão, muitas vezes desconhecidos para ela. O trabalho artístico que desenvolveu ao longo dos últimos anos com a série “Expanded Publications” envolve diferentes media e respectivas potencialidades sensoriais, tais como a performance, vídeo, e instalação sonora. Myriam Van Imschoot é responsável artística de Sarma (com Jeroen Peeters) desde 2003. Entre outras coisas, em 2010-2011, ela está desenvolvendo com o software online vzw Constant software, específico para publicação de áudio-documentação e poesia sonora.

http://www.sarma.be/nieuw/critics/imschoot.htm

3. Ciclo de Conferências Novas e Antigas Formas de Habitar o Rural: Celebração do Dia Mundial da Arquitectura em 3 Outubro 2011

Retiro da Fraguinha (Candal, São Pedro do Sul)
Coordenadas Geográficas: +40° 51′ 15.60″, -8° 10′ 44.37″

3 Outubro 2011 | 09h00 – 18h00

No âmbito do Festival Vozes de Magaio, decorrerá, no dia 3 de Outubro no Retiro da Fraguinha (freguesia de Candal), o ciclo de conferências “Novas e Antigas Formas de Habitar o Rural”. Este ciclo de conferências pretende celebrar o dia mundial da arquitectura através de uma reflexão multidisciplinar sobre as formas e usos ancestrais das tipologias arquitectónicas associadas à produção agrícola e dos modos possíveis para a sua reutilização, tendo em conta o novo paradigma pós-agrícola que se vive actualmente na grande maioria dos espaços rurais Portugueses. Estarão presentes tanto habitantes da região com conhecimento das técnicas de construção tradicionais e dos modos antigos de viver os espaços construídos, assim como especialistas de diferentes áreas disciplinares (arquitectura, antropologia, desenvolvimento rural, arte, etc.), os quais representam uma grande diversidade de organizações: autarquias, associações culturais, universidades, entidades de desenvolvimento regional, etc.

O ciclo de conferências é coordenado por Luís Gomes da Costa (presidente da Direcção da Binaural/Nodar e da Associação Aldeias de Magaio, uma rede de aldeias serranas do maciço da Gralheira) e Maria Carlos Valverde (mestranda em Reabilitação de Arquitectura e Núcleos Urbanos na Faculdade de Arquitectura da Universidade Técnica de Lisboa), sendo apoiado pelo Núcleo de Arquitectos da Região de Viseu. Os conteúdos das palestras serão objecto de uma publicação posterior, a editar em formato eBook pela Edições Nodar, o projecto editoral da Binaural/Nodar.

A participação na conferência é gratuita, sujeita a inscrição prévia (condicionada à capacidade da sala), bem como a inscrição para o almoço com o preço de 6 Euros. A inscrição torna-se efectiva mediante o envio de um email para info@binauralmedia.org até ao dia 29 de Setembro.

Lista de Conferenciantes:

Isabel Raposo (Arquitecta | Faculdade de Arquitectura-Universidade Técnica de Lisboa)
Fernando Maio Pinto (Arquitecto | Director do Museu do Douro)

Francisco Keil do Amaral (Arquitecto | Núcleo da Ordem dos Arquitectos Viseu)
Elisabete Figueiredo (Socióloga | Universidade de Aveiro)
Fernando Gonçalves (Arquitecto | Curso de Arquitectura da Universidade Católica de Viseu)
Adriano Azevedo (Professor | Vice-Presidente da Região Turismo do Centro e Vereador da Câmara Municipal São Pedro do Sul)
António Carlos Duarte (Economista | Presidente da Direcção da Associação Geoparque de Arouca)

Isabel Silvestre (Cantora Tradicional e Autora sobre Tradições Locais | Aldeia de Manhouce)
Arlindo Cunha (Agricultor | Aldeia de Rompecilha)
Luis Costa (Economista | Presidente da Direcção das Associações Binaural/Nodar e Aldeias de Magaio)
Maria Carlos Valverde (Arquitecta | Mestranda na Faculdade de Arquitectura – Universidade Técnica de Lisboa)
Gianfranco Spitilli (Antropólogo | Associação Bambun – Região de Abruzzo, Itália)

4. O Programa Completo do Festival

Sábado, 1 de Outubro

15h30
Apresentação de Criações Artísticas Magaio Voicescapes
Patrícia Azevedo e Clare Charnley | Carmina Escobar
Ponto de Encontro: Largo da Feira (Manhouce)

17h30
A Voz do Tear
Demonstração ao Vivo de Artesanato e Oficina de Burel pela Ditoso Saber – Associação Cultural

Ponto de Encontro: Largo da Feira (Manhouce)

19h00
A Voz dos Ingredientes
Degustação de Produtos Gastronómicos de Manhouce
Proposta pela Ditoso Saber – Associação Cultural
Ponto de Encontro: Largo da Feira (Manhouce)

Custo por pessoa: 5 Euros
Contactos para inscrições: 232 723 160 ou 919 257 865 | info@binauralmedia.org

21:00

A Voz das Colheitas
Desfolhada Tradicional com Animação por Elementos do Grupo de Cantares de Manhouce
Dinamização: Ditoso Saber – Associação Cultural
Ponto de Encontro: Largo da Feira (Manhouce)

Domingo, 2 de Outubro

10h00
A Voz da Farinha
Atelier de Broa de Milho em Candal
Ponto de Encontro: Largo das Terças (Candal)

12h30
A Voz dos Ingredientes
Almoço Tradicional em Candal

Custo do Atelier + Almoço 10 Euros e 6 Euros p/ Crianças até 12 anos
Contactos para inscrições: 232 723 160 ou 919 257 865 | info@binauralmedia.org

14h30
Vozes na Terra
Grupo de Cantares de Candal
Ponto de Encontro: Largo das Terças (Candal)

16h00
Apresentação de Criações Artísticas Magaio Voicescapes
Josef Sprinzak | Rogério Nuno Costa | Toine Horvers e Myriam Van Imschoot
Retiro da Fraguinha (Candal)

19h00
Vozes ao Entardecer
Concerto ao Vivo do Grupo “Bailenda” (www.www.myspace.com/bailenda )
Retiro da Fraguinha (Candal)

Segunda, 3 de Outubro

10 h00 – 18h00
Ciclo de Conferências
Dia Mundial da Arquitectura
Novas e Antigas Formas de Habitar o Rural
Retiro da Fraguinha (Candal)

Entrada Livre | Almoço Sujeito a Inscrição (Custo de 6 Euros)

Contactos para inscrições: 232 723 160 ou 919 257 865 | info@binauralmedia.org

5. Ficha Técnica

Organização:

Binaural/Nodar (http://www.binauralmedia.org)
Associação Aldeias de Magaio (http://www.aldeiasdemagaio.org)

Acolhimento:
Pés na Terra (http://www.pesnaterra.com)

Financiamento:
Secretaria de Estado da Cultura | Direcção Geral das Artes, Fundação Calouste Gulbenkian

Parceiros:

Câmara Municipal de São Pedro do Sul, CLDS S. Pedro do Sul – O Futuro é Aqui, Ditoso Saber – Associação Cultural, Grupo de Cantares de Manhouce, Vozes de Manhouce, Populações das Aldeias das Freguesias de Manhouce e Candal

Contactos:

Binaural/Nodar
Rua de Camões, Nº 6 – 1º Dto. Frente
3660-482 São Pedro do Sul
Portugal

Tel. +351 232 723 160
Email. info@binauralmedia.org

http://www.binauralmedia.org

http://www.aldeias-sonoras.org

http://www.aldeiasdemagaio.org

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