Instalação Sonora
mércores, 29 de outubro do 2008, por Isaac Cordal.

Novas dos nosos queridos veciños de Binaural. O Centro de Residências Artísticas de Nodar e o Teatro Viriato
apresentam:
_ Instalação Sonora
Obras de Maksims Shentelevs, Aaron Ximm, Pali Meursault e John Grzinich
01 Novembro a 14 Dezembro 08
13h00 às 19h00 e nas noites de espectáculo
Foyer do Teatro Viriato
Viriato Teatro Municipal
Largo Mouzinho de Albuquerque
3511 901 Viseu
Portugal

+info:
www.binauralmedia.org
www.teatroviriato.com

Composta por quatro obras, dos artistas Maksims Shentelevs (Letónia), Aaron Ximm
(Estados Unidos da América), Pali Meursault (França) e John Grzinich (Estados Unidos da
América/Estónia), esta instalação áudio foi desenvolvida no Centro de Residências Artísticas
de Nodar. As paisagens sonoras, que estarão disponíveis no foyer, reflectem diferentes
abordagens estéticas e técnicas ao ambiente rural de Nodar, localidade do concelho de S.
Pedro do Sul, onde se situa o Centro de Residências Artísticas de Nodar. Esta estrutura
organiza e produz o desenvolvimento de projectos artísticos pluri e transdisciplinares (com
ênfase nas artes sonoras, vídeo, performativas e intermédia), seguidos de apresentações
públicas na região. Os artistas residentes, no âmbito do desenvolvimento dos projectos
artísticos, são encorajados a estabelecerem interacções com o local, o seu espaço geográfico
e social, a sua identidade e memória.

O Centro de Residências Artísticas de Nodar colocou-se desde o início das suas actividades
(em 2006) na vanguarda da reflexão e prática internacional sobre paisagens sonoras
(designações mais comuns: “soundscape”, “field recordings” e “phonography”), tendo já
passado por Nodar cerca de 20 dos mais conceituados artistas sonoros da actualidade.

O local é pensado como um laboratório vivo de possibilidades (quase) infinitas, em que cada
artista sonoro, na sua individualidade e com a sua proposta específica de pensamento e de
praxis, incorpora novos elementos e novas visões, sendo que o risco de esgotamento
“temático” é limitado, tendo em conta a diversidade “rizomática” e evanescente que
enforma uma zona geográfica / comunidade (por mais pequenas que estas sejam). Aliás, o
desafio proposto aos artistas é precisamente o de “escavarem” cada vez mais fundo na
realidade, irem para além das aparências imediatas, captando certos elementos subtis ou
esquecidos do património sonoro da região.

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